sábado, 18 de março de 2017

Borboleta Biblis hyperia

Borboleta Biblis hyperia
Nome Científico: Biblis hyperia
Família: Nymphalidae
 Essa borboleta é a única espécie do gênero, encontrada na região neotropical, apartir do sul do México. Tamanho médio, em torno de 5 cm. Sua coloração é negra e na parte inferior das asas posteriores possui lista vermelha, ou rosa brilhante, alertando seu gosto desagradável aos predadores, uma de suas características é o voo lento. Ela é encontrada nas partes abertas da mata, em dias ensolarados. Essa espécie não apresenta dimorfismo sexual.





sexta-feira, 17 de março de 2017

Abre-asa-de-cabeça-cinza


Abre-asa-de-cabeça-cinza
Mionectes rufiventris
 Família: Rhynchocyclidae

 Essa ave é muito difícil de ser avistada. Esta estava dentro da mata, num dia quente de outubro de 2016. 
Possui em torno de 13 cm de comprimento. Sua plumagem na cabeça é cinza, peito amarelo e dorso verde oliva. Alimenta-se de frutos e também de insetos.






segunda-feira, 13 de março de 2017

Borboleta-Coruja Caligo martia


Família: Nymphalidae 

Essa borboleta é muito interessante, na parte dorsal é azul, mas o desenho da parte ventral tem semelhança ao rosto de uma coruja com olhos enormes, isso é chamado de mimetismo, confundindo os predadores, que não se aproximam pela semelhança com um predador. A Caligo martia é encontrada no sul do Brasil. 


Essa borboleta voa no final do dia, por isso o nome do gênero a que pertence, Caligo, referindo-se a Caligo, criador das trevas na mitologia greco-romana. De dia são encontradas em pouso mas a tardinha já estão voando.  São típicas de florestas úmidas, são grandes, de até 18 cm de envergadura. Elas vivem três meses, e após a cópula a fêmea põe 50 ovos.

Fotos Debora Dillon

quarta-feira, 8 de março de 2017

Borboleta Branca-azulada



Borboleta Branca-azulada

Morpho epistrophus catenaria

Família Nymphalidae

Nos meses de janeiro e fevereiro nossos caminhos são ornados pelo voo de grandes borboletas brancas, elas possibilitam a observação quando pousam nos frutos de araça, de onde sugam o suco por longo tempo. 

As fêmeas são em menor número em relação aos machos, são maiores e possuem desenhos em tons de ocre nas asas.

Os machos, em maior número são de coloração branca azulada.






As lagartas dessa borboleta alimenta-se das folhas de árvores nativas encontradas na RPPN como branquilho, camboatá e cocão. 

São grandes, a fêmea é maior do que o macho, apresentando marcas diferenciadas nas asas mede 13 cm, e o macho, 10 cm. São facilmente encontradas em grupos nas trilhas próximos ao arroio.

 A lagarta dessa  borboleta alimenta-se também das folhas da árvore chamada coronilha (scutia buxifolia), uma pequena árvore, tida como medicinal. Essas lagartas são avermelhadas e se agregam em dezenas de indivíduos nos ramos das árvores.

 Para saber mais:

 Guia de borboletas frugívoras das Florestas Ombrófilas Densa e Mista do Rio Grande do Sul, Brasil :
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/26154/000756482.pdf?sequence=1

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Borboleta 80

Nome Científico: Diaethria candrena
 Família: Nymphalidae

 Há diversas borboletas com padrões de desenho que as classificam como borboletas 88, pertencentes ao gênero Diaetrhia e Callicore, diferem pelos padrões dos desenhos das asas. Algumas como a diaethria clymena, mostram claramente a marca 88 nas asas, ou a callicore pygas com as asas de cor clara, amarelada com marcas pretas. Essa espécie da foto é a Diaethria candrena, nota-se bem a marca 80 na parte ventral. A parte dorsal é escura, com tons de azul marinho próximo ao tórax e azul claro nas asas traseiras.