terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Avenca-de-espiga-de-fílitis

Avenca-de-espiga-de-fílitis

Anemia phyllitidis
Família Anemiaceae

Essa avenca nativa, também chamada de avenca-de-cacho,  é encontrada em toda a mata. É uma pteridófita. Não produz flores e se reproduz através dos esporos das espigas, folíolos modificados.





Corruíra

Nome científico: Troglodytes musculus

Família : Troglodytidae

Essa pequena ave canta de manhã cedinho com muita energia. Ela saltita pelo chão a procura de insetos. Adaptada a ambientes urbanos e construções humanas, onde pode fazer seu ninho. Encontrada facilmente em jardins, seu canto alto e melodioso a identifica nas clareiras da mata. Mede 12 cm de comprimento.


A corruíra constrói ninhos em lugares inusitados, como em cavidades em muros, telefones públicos, instalações elétricas, telhados e outros lugares com cavidade. O ninho é construído com gravetos e outros materiais que encontra, como pelos de animais e até cabelos humanos. Os ovos, entre 3 a 6 são postos  e chocados por duas semanas.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Palma-de-santa-rita

Palma-de-santa-rita, Tritonia
Crocosmia x crocosmiiflora
Família : Iridaceae

Essa palminha, conhecida também como estrela-de-fogo é muito encontrada nessa região, nasce espontaneamente  nas bordas de estrada e locais com sol pleno, mas ela é originária da África do Sul. Após a floração, as folhas secam, porém os bulbos se multiplicam e brotam novamente na primavera.
As folhas são lâminas verdes compridas, as flores são vermelhas










https://sites.google.com/site/florasbs/i/tritonia

Baga-de-veado





Baga-de-veado
Solanum corymbiflorum
Família: Solanaceae
Esse arbusto é muito especial com suas folhas grandes em formato de coração e frutinhos  parecendo pequenas melancias, é um arbusto nativo. Suas flores são roxas. Floresce entre novembro e dezembro e a partir de  janeiro já dá frutos.  Nativa da Floresta Ombrófila Mista, Densa e Estacional Semidecidual.
Esse arbusto encontra-se na beira da mata que margeia a estrada de entrada para a comunidade.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Cravo-divino



Família Asteraceae
Nome comum: Cravo-divino ou coração-de-Jesus 
Nome científico: Mutisia coccinea A.St.Hil.

Essa liana nativa, do gênero Mutisia é muito difícil de ser encontrada, nessa primavera  foram encontradas duas nas proximidades da casa do feitio.

 Essas fotos foram tiradas no início de novembro de 2016, apesar da flor já ter perdido algumas pétalas ainda percebe-se sua beleza original.
 



As fotos abaixo são de outra planta no caminho da casa do feitio, as fotos são do final de novembro de 2016







A identificação foi encontrada no site abaixo:

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Parasitismo

O mundo dos insetos é surpreendente! Você sabia que existe o parasitismo de vespa nas lagartas de borboletas e mariposas? Temos visto lagartas com vários ovos nas costas, o olhar leigo pode pensar que são os ovinhos da própria lagarta, difícil de explicar, pois é a borboleta quem põe os ovos. Na verdade são ovos de uma pequena vespa, que se utiliza das lagartas para completar seu ciclo de vida.
 Nesta lagarta branca, os ovinhos, pupas, estão incorporados ao seu corpo, mas trata-se de parasitismo
As vespas parasitóides utilizam-se da lagarta  como fonte de alimento para seus ovos e larvas.




O ciclo de vida dessas vespas dura em torno de 10 dias, ovo, larva e pupa, dependentes do hospedeiro e a fase adulta quando se libertam da lagarta.  As vespas iniciam seu ciclo reprodutivo depositando seus ovos dentro da lagarta através de uma espécie de ferrão, o ovopositor.  Os ovos crescem  alimentando-se de parte de seu corpo, mas não de seus órgãos vitais para não causar a morte do hospedeiro, que acontecerá somente no final do processo. As larvas desenvolvem-se e eclodem na parte externa da lagarta, abrindo o caminho com suas pequenas mandíbulas. Protegidas em minúsculos casulos, como mostrado nas fotos acima, o ciclo se completa com as vespas eclodindo e com a morte da lagarta.
 

Controle biológico de lagartas pragas nas plantações:

Esse parasitismo pode parecer macabro, porém estudos científicos usam essa tática para o controle biológico das pragas da lavoura sem o uso de pesticidas químicos. 
As vespas parasitóides do gênero Trichogramma sp, atualmente são usadas para o combate de pragas na lavoura, como agentes de controle biológico de lagartas devoradoras de plantações de hortaliças, milho, algodão, árvores frutíferas, etc.. Os agrotóxicos, que são tão prejudiciais podem ser substituídos por soluções naturais. O controle biológico envolve o controle das pragas a partir de seus inimigos naturais, é um método sadio que não deixa danos ao meio ambiente. Segundo o IBGE o Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos no mundo e a preocupação com o meio ambiente tem levado a pesquisas para a busca de alternativas menos agressoras à saúde ao meio ambiente.

Para saber mais:
https://www.embrapa.br/tema-controle-biologico/sobre-o-tema

sábado, 31 de dezembro de 2016

Camboatá

Camboatá-brancoMatayba elaeagnoides Radlk
Família Sapindaceae

Essa árvore nativa, bastante comum nas matas da RPPN, de médio porte, floresce a partir de setembro, flores brancas formando cachos. Frutifica a partir de dezembro, atraindo muitos pássaros que alimentam-se das sementes dos frutinhos vermelhos. Os frutos em forma de cápsulas se abrem em três partes. Suas folhas são compostas, alternas e pinadas.  Aves como o sabiá-laranjeira e tecelão são assíduos frequentadores nessa época.






Essa árvore é apropriada para reflorestamento e preservação permanente, é melífera, medicinal, a madeira é usada na construção civil e marcenaria.


Camboatá-vermelho
 Nome Científico:  Cupania vernalis Cambess. 

Árvore nativa do Brasil, não endêmica. Além de ocorrer na Floresta Ombrófila Mista, ocorre também na Floresta Ombrófila Densa, na Amazônia, Cerrado e Floresta Estacional Semidecidual.

Sua madeira é de cor vermelha, usada na marcenaria, mas sua madeira não resiste muito tempo, por isso é usada na parte interna. Espécie recomendada para arborização urbana e reflorestamentos.
Na medicina caseira as folhas são usadas para combater a hipertensão.


https://sites.google.com/site/florasbs/sapindaceae/camboata-vermelho