Xaxim
Essa planta pré-histórica de crescimento lento e de grande beleza, tem um tronco muito fibroso, sendo suporte para muitas plantas epífitas, do seu topo surgem folhas grandes, as frondes. Parece uma samambaia gigante, somente na primavera podemos observar um grande encanto do Xaxim, os brotos abrindo-se em forma de fetos!
Os primeiros fósseis de samambaia são datados do Período Carbonífero, mas foi no período Triássico que datam os fósseis com características das espécies atuais. As samambaias também são chamadas de fetos, não produzem sementes, mas se reproduzem por esporos
Na área próxima ao rio temos uma floresta dessas espécies, que atualmente são protegidas por lei devido a grande predação que sofreram para o mercado paisagista.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
Família Vireonidae - Juruviara
Família Vireonidae
Vireonidae é uma família de aves americanas, muitas espécies são migratórias.
Aves pequenas com cantos complexos e harmônicos.
Aves pequenas com cantos complexos e harmônicos.
Nessa região encontramos duas espécies a Juruviara e o Pitiguari.
Nome Comum: Juruviara
Nome Científico: Vireo olivaceus chivi
Família: Vireonidae
Comprimento: 14 cm
A juruviara fica camuflada entre as folhas das árvores e passa despercebida,
mas quando canta com paciência podemos detectá-la procurando frutinhas ou
caçando insetos no meio dos galhos e folhagens das árvores.
Possui uma sobrancelha branca sobre os olhos, o topo da cabeça é cinza.
O dorso é esverdeado e o peito e ventre são mais claros.
mas quando canta com paciência podemos detectá-la procurando frutinhas ou
caçando insetos no meio dos galhos e folhagens das árvores.
Possui uma sobrancelha branca sobre os olhos, o topo da cabeça é cinza.
O dorso é esverdeado e o peito e ventre são mais claros.
Esse pássaro aparece na primavera e verão no RS, no inverno migra para regiões
mais quentes. Seu ninho é revestido com capim com musgos, presos por fios de
teia de aranha, onde incuba 3 ovos por 13 dias.
mais quentes. Seu ninho é revestido com capim com musgos, presos por fios de
teia de aranha, onde incuba 3 ovos por 13 dias.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
SUIRIRI
Nome
comum: Suiriri
Nome
Científico: Tyrannus melancholicus
Família: Tyrannidae
Quando chega a primavera novas aves vão aparecendo,
são aves migratórias como o suiriri. Ele
é encontrado em todo o Brasil, mas aqui
no sul aparece quando esquenta, a partir de fins de setembro, seu nome é uma
onomatopeia de sua vocalização. A partir de março deixamos de vê-los, pois eles
procuram regiões mais quentes.
Medem
de 18 a 24 cm de comprimento. O peito é amarelo com cabeça cinza, a garganta é mais clara, o cinza da garganta
invade um pouco o amarelo do peito. Seu dorso é marrom oliváceo e asas marrom com as bordas das penas mais claras formando
contornos salientes num lindo arranjo. Possui um bico forte escuro. Pés também
são escuros.
Fotos tiradas no dia 07 de outubro de 2016 no início da tarde
Podemos
vê-los nos galhos mais altos observando todos os lados, a procura de insetos, que são pescados no ar e consumidos na volta
ao mesmo poleiro. Às vezes compartilham o topo das árvores com o
bem-te-vi-rajado. Também podem ser vistos em fios e cercas. Sua alimentação,
além de insetos inclui frutas.
sábado, 8 de outubro de 2016
Jacuguaçu
Nome
comum: Jacuguaçu, jacu
Nome
científico: Penelope obscura
Família:
Cracidae
Comprimento:
até 85 cm de comprimento
Alimentação:
Alimentam-se de frutas, folhas, brotos, grãos e insetos.
Reprodução:
Incubam de 2 a 3 ovos em torno de 28 dias, de outubro a março. Vivem em bandos
e são monogâmicos.
Plumagem: A
plumagem é escura, em geral preta com estrias brancas. A cauda e asas são
longas e arredondadas. Possui a cabeça pequena e pescoço alongado. Possui um
papo vermelho e saliente na garganta.
Esses
galináceos habitam a Mata Atlântica, preferindo as altitudes maiores, sofrem
com a caça predatória e com diminuição de seu habitat, o que causou a
diminuição de suas populações. Foram pressionados a se adaptaram a presença
humana, mas são muito ariscos, sentindo o perigo alçam voo às copas das
árvores, onde se deslocam facilmente. Além de sementes e insetos eles também
gostam de atacar lavouras com verduras, como couve, couve-flor, enfim em alguns
biomas essa espécie está ameaçada de extinção pela perda de habitat.
São
dispersores de sementes, pois ao engolir frutas nativas eliminam as sementes
pelas fezes, como voam por longas distâncias colaboram para a diversidade e
multiplicação da floresta.
Curiosidades:
No Espírito Santo há uma fazenda que produz um dos cafés mais caros do mundo,
em parceria com os jacus. Bandos de jacus alimentam-se das frutinhas do cafezal
e ao expelir as sementes pelas fezes, estas são recolhidas, higienizadas e
torrados para comercialização, sendo o café mais caro do Brasil, exportado para
EUA, Europa e Japão. O jacu escolhe os melhores grãos para se alimentar, por
isso os grãos que expelem produz um café mais saboroso que os colhidos
naturalmente.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Dia Nacional das aves
Este vídeo em homenagem ao dia nacional das aves foi realizado com vídeos e fotos das aves da RPPN e entorno. O objetivo maior dessa iniciativa foi o de educação ambiental nas escolas, reforçando sobre a importância das aves e do respeito que devemos ter por elas.
Para saber mais:
http://marianinhaqueiroz.blogspot.com.br/2016/10/dia-nacional-das-aves.html
Para saber mais:
http://marianinhaqueiroz.blogspot.com.br/2016/10/dia-nacional-das-aves.html
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